Archive for April, 2007

UbuntuFalamos diversas vezes, ubuntu isso, ubuntu aquilo, ubuntu p/ cá, ubuntu p/ lá e você afinal sabe o que significa ubuntu? rsrs…..boa pergunta né!?….então lá vai:

UBUNTU quer dizer humanidade e é largamente utilizado para enfatizar a noção de responsabilidade coletiva. “Muntu ni Muntu nga Bantu” uma pessoa é uma pessoa porque existem outras pessoas. A celebração da diversidade cultural, o respeito pela dignidade humana e a aceitação das diferenças para compreensão mútua, para a paz e o desenvolvimento, tudo isso está contido no significado de Ubuntu. Em essência, Ubuntu significa “Eu sou porque você existe”.

Também existem aqueles que afirmam que “Ubuntu” é uma palavra originária de alguma raça alienígena. Algumas possíveis traduções para “Ubuntu” são:

* Marrom
* Eu não consigo instalar o Debian
* Eu não consigo configurar o Slackware
* Linux para dummies
* Não suporto mais o Windows mas não sei usar Linux (e não tenho dinheiro para um Mac)

Hehehe, brincadeiras a parte Ubuntu vem sendo uma distro usada por milhares de usuários e demonstrando ser possível usar os recursos mais recentes e de forma estável, fazendo com que ubuntu passe a ganhar mais um significado: “Fantástico!”.

Agora, e as cores? Alguma idéia?….rsrs

Para mais informações, veja também:
http://www.nadiatimm.jor.br/08_08/MundoMelhor.htm
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Ubuntu

Virtualização, para quem ainda não sabe, nada mais é do que criar um computador novo dentro do seu computador atual. É como se ele pudesse emular uma máquina inteira: a BIOS, o processador, a memória RAM, o HD… A maior vantagem disso é a possibilidade de instalar vários Sistemas Operacionais no mesmo hardware, sem ter que se preocupar com dual-boot e coisas do tipo.

Como de praxe, temos várias alternativas para se fazer a tal virtualização, entre soluções comerciais e opensources. Porém, fora a virtualização “normal”, temos as sub-divisões chamadas de “para-virtualização” e agora recentemente os chamados de “virtualização completa” que tem uma ajudinha do processador da máquina.

A principal diferença entre eles é que na virtualização convencional, o SO convidado não sabe que está sendo emulado, portanto, o SO principal tem que se virar para fazer o outro não perceber isso. Isso gera um bocado de overhead, e uma lentidão perceptível na emulação como um todo.

Na virtualização completa, ocorre a mesma coisa que na convencional mas com um adendo: Os processadores recentes da Intel (Vanderpoo) ou os da AMD (Pacifica) conseguem auxiliar o SO principal nessa tarefa, gerando menos overhead do que na virtualização convencional. Infelizmente, essas flags do processador só funcionam se o conjunto inteiro do hardware suportar isso, ou seja, processador recente, chipset e BIOS provendo esse suporte.

Agora a para-virtualização ocorre algo bem bacana: O SO convidado sabe que está sendo virtualizado e tira o máximo de proveito disso tendo uma performance bem próxima da mesma em uma máquina “de verdade”. O único problema é que o SO convidado realmente precisa ser modificado para rodar dessa forma, portanto sistemas de código fechado não poderão usufruir desta vantagem, a não ser que sua produtora libere “ports” com essas modificações, provavelmente sob algum custo.

Seja lá qual for sua forma preferida de virtualização, segue alguns programas que podem ser utilizados:

- Comerciais:
VmWare ou o VirtualPC (escrito originalmente pela Connectix, posteriormente comprado pela Microsoft)

- OpenSources:
Convencionais: Qemu ou o Kvm (Kernel-based Virtual Machine);
Para-virtualizadores: Xen;
Full virtualization: Xen, kvm ou o qemu com o módulo kqemu;

Se você quiser aprender um pouco mais sobre o Xen, visite este post anterior que mostra como instalar e configurar o mesmo no Ubuntu Feisty

E, por fim, para saber mais consulte este ótimo artigo da Wikipedia.

Ufa… cansei de escrever… mas depois eu posto uns screenshoots de algumas dessas tecnologias em funcionamento! ;)

Estudantes do Laboratório Mitsubishi em Cambridge desenvolveram uma forma mais interativa de jogar no PC, usando uma tecnologia chamada touchscreen. Nela você interage com a imagem utilizando suas mãos.
Neste video, você vai ter uma noção dos rumos que a próxima geração de games vem tomando, adicionando a isto, um pouco do estilo “Minority Report”. Confira!

Animação bem bacana de um carinha dizendo alguns motivos pelo qual você deve migrar para Linux: Switich Linux.

Para você poder assistir seu filme preferido no Linux é necessário ter alguns codecs e softwares instalados.
Estes softwares são distribuídos gratuitamente como o Ubuntu, mais possuem restrições para determinados formatos devido a lei de pirataria nos USA, fazendo com que tenhamos que adicionar alguns codecs para ler qualquer tipo de arquivo ou DVD.
Este post irá ajudá-lo a instalar 2 arquivos no seu Linux. O libdvdcss2 que permite ler DVD’s e o w32codecs para arquivos de video! Para isso, você precisa executar alguns comando bem simples em um terminal. 8D
Primeiro você precisa adicionar o local onde encontram-se estes arquivos em seu arquivo de pacotes que fica em “/etc/apt/sources.list”.

$sudo vim /etc/apt/sources.list

Em seguida, adicione as linhas do repositório Medibuntu no final do arquivo:

#Medibuntu - Ubuntu 7.04 “feisty faw”
#Por favor, reporte bugs em https://launchpad.net/products/medibuntu/+bugs
deb http://medibuntu.sos-sts.com/repo/ feisty free non-free
deb-src http://medibuntu.sos-sts.com/repo/ feisty free non-free

Se você estiver usando edgy ou alguma outra release, substitua a palavra “feisty” nas duas linhas acima com o nome da release que você está utilizando.

Agora, precisamos instalar a chave para o repositório Medibuntu, isso é para ter certeza que os pacotes serão instalados sem erros e que são autenticos! 8D
Para isso, execute este comando no terminal:

wget -q http://medibuntu.sos-sts.com/repo/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add -

O próximo passo é atualizar a lista de pacotes para adicionarmos pacotes do repositório Medibuntu:

sudo apt-get update

Instale os pacotes libdvdcss2 e w32codecs usando o comando abaixo:

sudo apt-get install libdvdcss2 w32codecs

Pronto! Agora você pode ver os videos e DVD’s que quiser!
Para mais informções:
http://ubuntu.wordpress.com/2005/12/04/libdvdcss2-and-w32codecs-for-ubuntu/

logo_ubuntu_Feisty

Liberada para download a versão mais top entre as distros em Linux! Estamos falando nada mais, nada menos que o famoso Ubuntu 7.04 Feisty Fawn, que em pouco tempo já conquistou milhares de usuários no mundo todo! 8D

Foram meses de duro trabalho, vários bugs corrigidos, muitas atualizações do kernel, paciência da comunidade e dos
desenvolvedores em especial.

Esta versão é um grande avanço no mundo linux, com facilidades de utilização, diversos recursos para atender aos usuários e muita estabilidade.

Alguns destaques são:
- Outros: GNOME 2.18.1
- Efeitos de Desktop instalados de origem (mas não ativados).
- Instalação automática de codecs essenciais.
- Melhorias para conexões em redes wireless.
- Ferramenta de migração do Windows (wallpaper, favoritos do IE e Firefox, contatos de programas de mensagens instantâneas).
- OpenOffice.org 2.2, X.org 7.2.

Baixe o ubuntu:
http://www.ubuntu.com/getubuntu/download

Mais informações acesse:
http://www.ubuntubrasil.org/

Para quem gosta de rir um pouco, no meio de tanto código fica ai o video do manamana!
Quem assistia “The Muppets Show” vai lembrar, de um carinha nada convencional fazendo de tudo para chamar a atenção!!

Muito cômico!!!
8p

Desenvolvido por um programador brasileiro Felipe E. F. de Castro e o designer Szczepan Marchewka da Polônia foi criado o Klavaro, significa “teclado” em esperanto, que vem a ser um programa simples e completo de digitação para o Linux e Windows.

O site oficial contém uma ótima descrição do software -> http://klavaro.sourceforge.net/pt/index.html.

Instalação
Windows: http://downloads.sourceforge.net/klavaro/Klavaro-1.0.2-win.exe
Linux (RPM): http://dries.ulyssis.org/rpm/packages/klavaro/info.html
Linux (DEB): http://downloads.sourceforge.net/klavaro/klavaro_1.0.2_i386.deb

Instalação no Debian:
$ sudo dpkg -i klavaro_1.0.2_i386.deb

Instalação em distros com o sistema de pacotes RPM:
$ sudo rpm -ivh klavaro-1.0.0-1.fc6.rf.i386.rpm

Para aqueles que digitam muito e querem economizar tempo nessa tarefa, fica ai a dica valendo fazer um teste, afinal é gratuito! 8)

Aos viciados em TV, que sempre sonharam em ter “TV a Cabo” gratuita e claro rodando num Linux podem se preparar…usando um programa chamado SopCast, que utiliza uma tecnologia P2P, permite a você assistir gratuitamente tv-online.

Utilizando o protocolo sop:// é possível assistir televisão via internet de uma forma simples. SopCast significa “Streaming over P2P” e tem seu funcionamento parecido com a rede de troca de arquivos Kaaza.

Antes de inciar a instalação tenha certeza de possur o pacote w32codecs instalado para a execução dos vídeos.

Baixe o executável e mova-o para a pasta /usr/local/bin, com os comandos:

$ wget -c http://download.sopcast.com/download/sp-sc.tgz
$ tar zvfx sp-sc.tgz
$ sudo mv sp-sc/sp-sc /usr/local/bin

Pronto, já é possível assistir alguns canais usando o comando “sp-sc ip/porta/canal”.
Faça um teste:
$ sp-sc sop://211.152.34.35:3912/8301 3908 8908 > /dev/null &

Agora que você consegui instalar o programa, seria muito mais fácil utilizá-lo com uma interface mais amigável! Para isso siga os próximos passos:
$ wget -c http://files.myopera.com/leeyee/files/gsopcast_0.2.10-1_i386.deb
$ sudo dpkg -i gsopcast_0.2.10-1_i386.deb

Pronto! Rode o comando gsopcast. Caso prefira, faça um novo arquivo de texto na pasta desejada com o nome gsopcast.desktop, e cole o texto:

[Desktop Entry]
Name=gSopCast
Comment=P2P TV player
Exec=gsopcast
Icon=/home/leeyee/Software/Wallpaper&Themes/icons/sopcast-log.png
Terminal=false
Type=Application
Categories=Application;Network;

Depois de iniciá-lo, é apresentada uma tela que dispensa explicações pelo grau de simplicidade. 8)
Na aba “config” você poderá configurar aspectos como o player de vídeo, lista de canais, etc.

Para quem possui outra distribuição, terá que compilar o programa. 8(

Faça o download do código-fonte em http://code.google.com/p/gsopcast/.
$ tar jvfx gsopcast-*.tar.bz2
$ cd gsopcast-*
$ make
$ sudo make install

Baixe o código o qSopCast (http://code.google.com/p/qsopcast/) com:
$ wget -c http://qsopcast.googlecode.com/files/qsopcast-0.3.1.tar.bz2
$ tar jvfx qsopcast-0.3.1.tar.bz2
$ cd qsopcast
$ qmake
$ make
$ sudo make install

Pronto, agora é só curtir!

O pacote padrão vsftpd do Red Hat ES 4 precisa que o usuário tenha uma shell válida no /etc/passwd para que consiga acessar o servidor de ftp. Para tirar essa limitação que eu particularmente acho desnecessária, basta editar o arquivo /etc/pam.d/vsftpd e retirar a linha abaixo:

auth required pam_shells.so

Portanto, o arquivo ficaria assim:

auth required pam_listfile.so item=user sense=deny file=/etc/vsftpd.ftpusers onerr=succeed
auth required pam_stack.so service=system-auth
account required pam_stack.so service=system-auth
session required pam_stack.so service=system-auth

Dessa forma, o usuário consegue acessar o ftp sem precisar ter uma shell válida ;)