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	<title>Comments on: Conhecendo o ChironFS - Tolerante a Falhas com Replicação de Dados</title>
	<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/</link>
	<description>Sempre vivendo, aprendendo e blogando... :)</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 01:43:00 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>By: Marlon Petry</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11094</link>
		<author>Marlon Petry</author>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:22:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11094</guid>
					<description>Olá Tiago

Parabéns pelo post muito bom.

Eu utilizei por  enquanto só para testes. 

Tu já implementou em algum servidor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Tiago</p>
<p>Parabéns pelo post muito bom.</p>
<p>Eu utilizei por  enquanto só para testes. </p>
<p>Tu já implementou em algum servidor.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Tiago Cruz</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11095</link>
		<author>Tiago Cruz</author>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:40:31 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11095</guid>
					<description>Boa Tarde Marlon,

O post não ficou bom não :)
Foi escrito às pressas e a concordância não ficou lá essas coisas.
Mas é naquelas: Para bom entendedor, meia palavra bas...

Sim, implementei em servidores que estarão por entrar em produção nas próximas semanas (já estão homologados!)

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Tarde Marlon,</p>
<p>O post não ficou bom não <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Foi escrito às pressas e a concordância não ficou lá essas coisas.<br />
Mas é naquelas: Para bom entendedor, meia palavra bas&#8230;</p>
<p>Sim, implementei em servidores que estarão por entrar em produção nas próximas semanas (já estão homologados!)</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Daniel</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11097</link>
		<author>Daniel</author>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 01:28:46 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11097</guid>
					<description>Bem, serei sincero ao inves de carinhoso. :P
Não gostei do post, nem da solução apresentada. Pra mim, usar o RSYNC ainda eh mais simples e prático do que usar o tal do ChironFS. O post tem como titulo "Tolerante a falhas com replicação de dados". A parte do replicação de dados eu até posso concordar, mas como que essa solução é tolerante a falhas se quando um nó fica fora do cluster vc tem que fazer um RSYNC antes de torná-lo disponível?? Simplesmente, não faz sentido pra mim!!! Tolerancia a falhas é o sistema tratar a indisponibilidade de um nó de forma transparente e que quando esse nó fique disponível tudo se reestabeleça sem necessidade de intervenções. Se é pra rodar RSYNC toda vez que um nó falhar, prefiro usar RSYNC do começo ao fim. Um shellscript bem básico resolveria com simplicidade e praticidade o que o ChironFS se propõe a fazer, mas não faz e ainda complica. Use GFS, é uma solução muito mais robusta, simples, escalável e está presente no repositório base dos Red Hat like inclusive com grande suporte da comunidade e da própria Red Hat.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, serei sincero ao inves de carinhoso. <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /><br />
Não gostei do post, nem da solução apresentada. Pra mim, usar o RSYNC ainda eh mais simples e prático do que usar o tal do ChironFS. O post tem como titulo &#8220;Tolerante a falhas com replicação de dados&#8221;. A parte do replicação de dados eu até posso concordar, mas como que essa solução é tolerante a falhas se quando um nó fica fora do cluster vc tem que fazer um RSYNC antes de torná-lo disponível?? Simplesmente, não faz sentido pra mim!!! Tolerancia a falhas é o sistema tratar a indisponibilidade de um nó de forma transparente e que quando esse nó fique disponível tudo se reestabeleça sem necessidade de intervenções. Se é pra rodar RSYNC toda vez que um nó falhar, prefiro usar RSYNC do começo ao fim. Um shellscript bem básico resolveria com simplicidade e praticidade o que o ChironFS se propõe a fazer, mas não faz e ainda complica. Use GFS, é uma solução muito mais robusta, simples, escalável e está presente no repositório base dos Red Hat like inclusive com grande suporte da comunidade e da própria Red Hat.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Tiago Cruz</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11099</link>
		<author>Tiago Cruz</author>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 03:27:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11099</guid>
					<description>Daniel,

Bons pontos você apresentou. Concordo que o post está um lixo, mas a ferramenta em si é outra história :-)
O problema o rsync é que ele é unilateral, ou seja, em um cluster com 03 máquinas, uma seria a server a as outras as clients, não podendo haver write nas mesmas. Imagine um blog como esse (wordpress-like) onde o usuário faz upload de uma foto qualquer e o alteon/foundry/lvs balanceia a mesma para a terceira máquina, por exemplo? O rsync não iria pegar isso. Como você resolveria este problema?

Gosto muito do GFS, inclusive tem um post aqui falando sobre o mesmo com DRBD. O problema do DRBD é que ele não é escalável, e o "problema" do GFS é a necessidade de um Storage+Fence descente para ele funcionar bem... se para todo projeto em todas as empresas eu tivesse uma infra dessas eu estaria muito feliz! :-)

Obrigado pelo seu post, espero uma resposta pois agora fiquei curioso em saber como você lida com este probleminha...

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel,</p>
<p>Bons pontos você apresentou. Concordo que o post está um lixo, mas a ferramenta em si é outra história <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
O problema o rsync é que ele é unilateral, ou seja, em um cluster com 03 máquinas, uma seria a server a as outras as clients, não podendo haver write nas mesmas. Imagine um blog como esse (wordpress-like) onde o usuário faz upload de uma foto qualquer e o alteon/foundry/lvs balanceia a mesma para a terceira máquina, por exemplo? O rsync não iria pegar isso. Como você resolveria este problema?</p>
<p>Gosto muito do GFS, inclusive tem um post aqui falando sobre o mesmo com DRBD. O problema do DRBD é que ele não é escalável, e o &#8220;problema&#8221; do GFS é a necessidade de um Storage+Fence descente para ele funcionar bem&#8230; se para todo projeto em todas as empresas eu tivesse uma infra dessas eu estaria muito feliz! <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Obrigado pelo seu post, espero uma resposta pois agora fiquei curioso em saber como você lida com este probleminha&#8230;</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Luis Otavio de Colla Furquim</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11100</link>
		<author>Luis Otavio de Colla Furquim</author>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 06:07:23 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11100</guid>
					<description>Olá Daniel

Obrigado por manifestar sua opinião. E obrigado pela sinceridade. Não é possível
atender às necessidades dos usuários se eles não disserem o que eles precisam.
Como autor do ChironFS, tenho recebido e-mails no sentido de implementar o
ressincronismo das réplicas falhas automaticamente e a forma como o ressincronismo
será implementado seguirá as sugestões que recebi. Esta é a forma como se
desenvolve o software livre: release early, release often. Os usuários têm a
oportunidade de participar do desenvolvimento do software desde os seus primórdios.
Em conseqüência disto, o software chega às mãos dos usuários antes de serem
implementadas todas as suas funcionalidades. Desta maneira, o desenvolvedor
é "abençoado" com o feedback dos usuários e, com isto, o software atinge a
maturidade mais cedo e, pricipalmente, está melhor adaptado às necessidades
dos usuários. E se assim não fosse, o desenvolvimento do software poderia
caminhar em direção muito diversa dos anseios dos usuários, causando muito
descontentamento e, possivelmente, o fracasso e abandono do projeto. É por
isto que o ChironFS foi publicado antes que fossem implementadas todas as
características desejáveis num software deste tipo. Para que a comunidade
participe de seu desenvolvimento. Em relação a este ponto específico, veja
http://groups.google.com/group/chironfs-forum/browse_thread/thread/9b3031afeeadc5aa .
Outras sugestões me foram enviadas por e-mail, mas são todas muito próximas
a esta.

Com relação à tolerância a falhas, de acordo com a wikipedia 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Toler%C3%A2ncia_a_falhas_(hardware) , "é a
propriedade que permite que sistemas (em geral, computacionais) continuem
a operar adequadamente mesmo após falhas em alguns de seus componentes".
Sem entrar a fundo, pode-se dizer que o ChironFS preenche tal requisito.
Isto porque quando uma réplica falha (suponha que um disco rígido ou uma
placa de rede falhe), o ChironFS continua operante, usando as réplicas
que estão operantes. O software de aplicação, que acessa dados no ChironFS,
não receberá nenhum código de erro em virtude desta falha e, portanto,
continuará a operar. A falha é reportada em log e, também, passível de 
monitoração via Nagios. Resumindo, apesar da falha no hardware, seu
sistema não vai parar. Agora, se formos mais a fundo, ainda de acordo com
a wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Toler%C3%A2ncia_a_falhas_em_software ,
veremos que "As atividades relacionadas à tolerância a falhas podem ser 
subdivididas em quatro fases: detecção de erro, confinamento e avaliação
de danos, recuperação de erros e tratamento de falhas". Desta forma, percebe-se
que o ChironFS implementa as duas primeiras atividades citadas, ficando em
dívida com as demais. Para isto, a solução virá em versões futuras.

Com relação ao uso do rsync, eu ressalto as seguintes diferenças: o rsync
deverá ser executado de "tempos em tempos", tipicamente via cron. Entre cada
execução, surge uma janela de dessincronia. Ou seja, logo após uma execução do 
rsync, à medida que novos dados são gravados na réplica principal, cresce a
dessincronia entre as réplicas. Pensando no pior caso, se a réplica principal
cair instantes antes de uma nova execução do rsync, haverá perda de dados
proporcional ao intervalo de tempo entre as execuções do rsync e, também, à
freqüência de gravações que seu sistema realiza. Além disto, há o problema da
performance do I/O. O rsync, ao ser executado, desconhece as diferenças entre
a fonte e o destino. Desta maneira, ele precisa fazer uma varredura nos dois
sistemas para determinar o que deve ser copiado de um para outro. Isto falando
em duas réplicas. Se você tiver mais de duas réplicas, o rsync terá de ser 
executado mais de uma vez, em conseqüência disto, a varredura de leitura na
réplica principal se repetirá. Num sistema usando o ChironFS, a replicação
dos dados é feita em tempo real. No momento que a aplicação executa um write
num arquivo, este write é repetido em cada uma das réplicas. Não há varredura
em busca de diferenças entre as réplicas. Elas são mantidas em sincronia o tempo
todo. E, quanto a janela de dessincronia, você tem uma redução de período para
frações de segundo, já o rsync, disparado pelo cron, terá, no mínimo, um minuto,
que é o intervalo mínimo entre execuções. Mas, muito provavelmente, uma 
configuração de rsync via cron irá estabelecer períodos maiores, para evitar que
o sistema esteja eternamente atendendo os pedidos de varredura de disco do rsync.

O uso do rsync em conjunto com o ChironFS se restringe às situações de falha,
que são exceção, não em operação normal. E isto até que seja implementada a
ressincronia automática, dispensando o seu uso.

Espero ter esclarecido todos os pontos que levantaste, mas fico à disposição
caso queiras maior aprofundamento do tema.

Atenciosamente
Luis Otavio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Daniel</p>
<p>Obrigado por manifestar sua opinião. E obrigado pela sinceridade. Não é possível<br />
atender às necessidades dos usuários se eles não disserem o que eles precisam.<br />
Como autor do ChironFS, tenho recebido e-mails no sentido de implementar o<br />
ressincronismo das réplicas falhas automaticamente e a forma como o ressincronismo<br />
será implementado seguirá as sugestões que recebi. Esta é a forma como se<br />
desenvolve o software livre: release early, release often. Os usuários têm a<br />
oportunidade de participar do desenvolvimento do software desde os seus primórdios.<br />
Em conseqüência disto, o software chega às mãos dos usuários antes de serem<br />
implementadas todas as suas funcionalidades. Desta maneira, o desenvolvedor<br />
é &#8220;abençoado&#8221; com o feedback dos usuários e, com isto, o software atinge a<br />
maturidade mais cedo e, pricipalmente, está melhor adaptado às necessidades<br />
dos usuários. E se assim não fosse, o desenvolvimento do software poderia<br />
caminhar em direção muito diversa dos anseios dos usuários, causando muito<br />
descontentamento e, possivelmente, o fracasso e abandono do projeto. É por<br />
isto que o ChironFS foi publicado antes que fossem implementadas todas as<br />
características desejáveis num software deste tipo. Para que a comunidade<br />
participe de seu desenvolvimento. Em relação a este ponto específico, veja<br />
<a href="http://groups.google.com/group/chironfs-forum/browse_thread/thread/9b3031afeeadc5aa" rel="nofollow">http://groups.google.com/group/chironfs-forum/browse_thread/thread/9b3031afeeadc5aa</a> .<br />
Outras sugestões me foram enviadas por e-mail, mas são todas muito próximas<br />
a esta.</p>
<p>Com relação à tolerância a falhas, de acordo com a wikipedia<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toler%C3%A2ncia_a_falhas_" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Toler%C3%A2ncia_a_falhas_</a>(hardware) , &#8220;é a<br />
propriedade que permite que sistemas (em geral, computacionais) continuem<br />
a operar adequadamente mesmo após falhas em alguns de seus componentes&#8221;.<br />
Sem entrar a fundo, pode-se dizer que o ChironFS preenche tal requisito.<br />
Isto porque quando uma réplica falha (suponha que um disco rígido ou uma<br />
placa de rede falhe), o ChironFS continua operante, usando as réplicas<br />
que estão operantes. O software de aplicação, que acessa dados no ChironFS,<br />
não receberá nenhum código de erro em virtude desta falha e, portanto,<br />
continuará a operar. A falha é reportada em log e, também, passível de<br />
monitoração via Nagios. Resumindo, apesar da falha no hardware, seu<br />
sistema não vai parar. Agora, se formos mais a fundo, ainda de acordo com<br />
a wikipedia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toler%C3%A2ncia_a_falhas_em_software" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Toler%C3%A2ncia_a_falhas_em_software</a> ,<br />
veremos que &#8220;As atividades relacionadas à tolerância a falhas podem ser<br />
subdivididas em quatro fases: detecção de erro, confinamento e avaliação<br />
de danos, recuperação de erros e tratamento de falhas&#8221;. Desta forma, percebe-se<br />
que o ChironFS implementa as duas primeiras atividades citadas, ficando em<br />
dívida com as demais. Para isto, a solução virá em versões futuras.</p>
<p>Com relação ao uso do rsync, eu ressalto as seguintes diferenças: o rsync<br />
deverá ser executado de &#8220;tempos em tempos&#8221;, tipicamente via cron. Entre cada<br />
execução, surge uma janela de dessincronia. Ou seja, logo após uma execução do<br />
rsync, à medida que novos dados são gravados na réplica principal, cresce a<br />
dessincronia entre as réplicas. Pensando no pior caso, se a réplica principal<br />
cair instantes antes de uma nova execução do rsync, haverá perda de dados<br />
proporcional ao intervalo de tempo entre as execuções do rsync e, também, à<br />
freqüência de gravações que seu sistema realiza. Além disto, há o problema da<br />
performance do I/O. O rsync, ao ser executado, desconhece as diferenças entre<br />
a fonte e o destino. Desta maneira, ele precisa fazer uma varredura nos dois<br />
sistemas para determinar o que deve ser copiado de um para outro. Isto falando<br />
em duas réplicas. Se você tiver mais de duas réplicas, o rsync terá de ser<br />
executado mais de uma vez, em conseqüência disto, a varredura de leitura na<br />
réplica principal se repetirá. Num sistema usando o ChironFS, a replicação<br />
dos dados é feita em tempo real. No momento que a aplicação executa um write<br />
num arquivo, este write é repetido em cada uma das réplicas. Não há varredura<br />
em busca de diferenças entre as réplicas. Elas são mantidas em sincronia o tempo<br />
todo. E, quanto a janela de dessincronia, você tem uma redução de período para<br />
frações de segundo, já o rsync, disparado pelo cron, terá, no mínimo, um minuto,<br />
que é o intervalo mínimo entre execuções. Mas, muito provavelmente, uma<br />
configuração de rsync via cron irá estabelecer períodos maiores, para evitar que<br />
o sistema esteja eternamente atendendo os pedidos de varredura de disco do rsync.</p>
<p>O uso do rsync em conjunto com o ChironFS se restringe às situações de falha,<br />
que são exceção, não em operação normal. E isto até que seja implementada a<br />
ressincronia automática, dispensando o seu uso.</p>
<p>Espero ter esclarecido todos os pontos que levantaste, mas fico à disposição<br />
caso queiras maior aprofundamento do tema.</p>
<p>Atenciosamente<br />
Luis Otavio</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Daniel</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11101</link>
		<author>Daniel</author>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 21:04:41 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11101</guid>
					<description>Srs, realmente... excelentes argumentos os que vocês descreveram. Muito esclarecedores. O Luis Otávio teve razão ao dizer que isso é uma das principais vantagens do SL, obter as visões e necessidades de quem vai usar o software e então estabelecer isso como norte para o projeto. Não tive a oportunidade, ainda, de testar a solução ChifronFS mas assim que eu tiver mais memória em minha máquina (em breve), testarei com máquinas virtuais me baseando no ambiente que administro hoje com o rsync.

Descrevendo meu ambiente... tenho 3 servidores TC sincronizados via RSYNC onde 1 é master de 2 e 2 é master de 3, ou seja, a maquina 1 replica para a 2 e a 2 então para a 3. Atualmente supre minhas necessidades pois as 2 outras máquinas são base histórico e failover, sendo somente a 1 a máquina de produção.

Lembrando que baseei minhas opiniões no que pude entender do post e não do software em si, até pq eu não podia falar nada se eu sequer testei.

Valeu pelo esforço em descrever alguns detalhes que ficaram ausentes no post.

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Srs, realmente&#8230; excelentes argumentos os que vocês descreveram. Muito esclarecedores. O Luis Otávio teve razão ao dizer que isso é uma das principais vantagens do SL, obter as visões e necessidades de quem vai usar o software e então estabelecer isso como norte para o projeto. Não tive a oportunidade, ainda, de testar a solução ChifronFS mas assim que eu tiver mais memória em minha máquina (em breve), testarei com máquinas virtuais me baseando no ambiente que administro hoje com o rsync.</p>
<p>Descrevendo meu ambiente&#8230; tenho 3 servidores TC sincronizados via RSYNC onde 1 é master de 2 e 2 é master de 3, ou seja, a maquina 1 replica para a 2 e a 2 então para a 3. Atualmente supre minhas necessidades pois as 2 outras máquinas são base histórico e failover, sendo somente a 1 a máquina de produção.</p>
<p>Lembrando que baseei minhas opiniões no que pude entender do post e não do software em si, até pq eu não podia falar nada se eu sequer testei.</p>
<p>Valeu pelo esforço em descrever alguns detalhes que ficaram ausentes no post.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>By: Tiago Cruz</title>
		<link>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11102</link>
		<author>Tiago Cruz</author>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 21:14:23 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.everlinux.com/blog/2008/08/06/conhecendo-o-chironfs-tolerante-a-falhas-com-replicacao-de-dados/#comment-11102</guid>
					<description>Olá Daniel! :)

Essa é a vantagem do tal do wordpress: A coisa fica completa aqui nos comments...rsrsrs... na época do html não dava para fazer isso :-p é quase como o slashdot: a notícia em si não agrega muito, porém os comentários são fantásticos ;)

O seu ambiente então não requer algo "online" e ainda, se cair a "2" o sincronismo da "1" para "3" não irá existir, certo? E caso haja escrita na "2" a primeira não fica sabendo e se há escrita na "3" ninguém fica sabendo, certo? :)

Ainda bem que o seu ambiente é menos exigente do que o meu, heheheh

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Daniel! <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Essa é a vantagem do tal do wordpress: A coisa fica completa aqui nos comments&#8230;rsrsrs&#8230; na época do html não dava para fazer isso :-p é quase como o slashdot: a notícia em si não agrega muito, porém os comentários são fantásticos <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O seu ambiente então não requer algo &#8220;online&#8221; e ainda, se cair a &#8220;2&#8243; o sincronismo da &#8220;1&#8243; para &#8220;3&#8243; não irá existir, certo? E caso haja escrita na &#8220;2&#8243; a primeira não fica sabendo e se há escrita na &#8220;3&#8243; ninguém fica sabendo, certo? <img src='http://www.everlinux.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ainda bem que o seu ambiente é menos exigente do que o meu, heheheh</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
				</item>
</channel>
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